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Sanidade

RS completa 2 anos como zona livre de aftosa sem vacinação — o que isso muda no seu manejo

Publicado em 23 de agosto de 2026

Lote de gado Hereford reunido num corredor de manejo

Manejo em corredor — rotina que continua igual, mesmo sem a vacina.

O Rio Grande do Sul chegou a dois anos como zona livre de febre aftosa sem vacinação, status reconhecido pelo Ministério da Agricultura e confirmado internacionalmente. A vacinação segue suspensa no estado e no Bloco I do Plano Estratégico do PNEFA — e o Brasil como um todo já soma duas décadas sem um foco sequer da doença. Pra quem toca o rebanho no dia a dia, isso muda rotina e custo. Mas não muda tudo.

O que fica mais leve

O que continua exigindo atenção

Status de zona livre não é permanente por padrão — depende de vigilância contínua, principalmente na faixa de fronteira. O histórico do próprio RS mostra isso: os últimos focos registrados no estado, em 2001, tiveram origem em ocorrências em países vizinhos. Com fronteira seca com Uruguai e Argentina, o risco de reintrodução da doença não é hipotético.

O Minha Pecuária guarda o histórico sanitário de cada animal — vacina, vermífugo, o que for — pra você ter na mão na hora que precisar comprovar, sem procurar caderno.

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Fontes: Secretaria da Agricultura do RS, Ministério da Agricultura e Pecuária, Portal do Estado do RS.